Nova Emissão, Relações Diplomáticas Brasil/Chile


SOBRE O SELO

Essa emissão faz um tributo à Violeta Parra, compositora, cantora, artista plástica, ceramista, importante folclorista de seu país e fundadora da música popular chilena. O selo apresenta a imagem de Violeta, acompanhada de seu violão, fotografada durante apresentação na Sala “La Scala”, em Paris, no ano de 1953. Sob sua foto, aparecem um trecho da partitura de uma de suas canções, evidenciando a musicalidade da compositora, e a logo comemorativa dos 100 anos de seu nascimento. No fundo do selo foi empregada a cor violeta em referência ao nome da homenageada. Para destacar seu talento como artista plástica, a folha dessa emissão, com 20 selos, foi composta sobre a imagem de sua obra "Niños en Fiesta", relevo em papel maché sobre madeira aglomerada, de 1963-1965. Na concepção da arte foi utilizada a técnica de fotografia e computação gráfica. 


ABOUT THE STAMP

This issue is a tribute to Violeta Parra, composer, singer, plastic artist, ceramist, important folklorist of her country and founder of Chilean popular music. The stamp features the image of Violet, accompanied by her guitar, photographed during a presentation at the "La Scala" Room in Paris, in 1953. Under her photo, an excerpt from the score of one of her songs appears, highlighting the musicality of composer, and the commemorative logo of the 100th anniversary of his birth. At the bottom of the stamp was used the color violet in reference to the name of the honoree. To emphasize his talent as a plastic artist, the leaf of this issue, with 20 stamps, was composed on the image of his work "Niños en Fiesta", papier-mâché relief on agglomerated wood, from 1963-1965. In the conception of art the technique of photography and computer graphics was used. 


SOBRE EL SELLO

Esta emisión es un tributo a Violeta Parra, compositora, cantante, artista plástica, ceramista, importante folclorista de su país y fundadora de la música popular chilena. El sello presenta la imagen de Violeta, acompañada de su guitarra, fotografiada durante la presentación en la Sala "La Scala", en París, en el año 1953. Bajo su foto, aparecen un fragmento de la partitura de una de sus canciones, evidenciando la musicalidad de la compositora, y la insignia conmemorativa de los 100 años de su nacimiento. En el fondo del sello se empleó el color violeta en referencia al nombre de la homenajeada. Para destacar su talento como artista plástica, la hoja de esa emisión, con 20 sellos, fue compuesta sobre la imagen de su obra "Niños en Fiesta", relieve en papel maché sobre madera aglomerada, de 1963-1965. En la concepción del arte se utilizó la técnica de fotografía y computación gráfica. 


DETALHES TÉCNICOS


Edital nº 16

Foto: Fundação Violeta Parra

Arte finalização: Jamile Costa Sallum Correios

Processo de Impressão: ofsete

Papel: cuchê gomado

Folha com 20 selos

Valor facial: R$3,15

Tiragem: 600.000 selos

Área de desenho: 26mm x 44mm

Dimensão do selo: 26mm x 44mm

Picotagem: 11,5 x 11

Data de emissão: 21/11/2017

Local de lançamento: Brasília/DF

Impressão: Casa da Moeda do Brasil


TECHNICAL DETAILS


Stamp issue N. 16

Photo: Foundation Violeta Parra

Art finishing: Jamile Costa Sallum - Correios

Print system: offset

Paper: gummed chalky paper

Sheet with 20 stamps

Facial value: R$3.15

Issue: 600,000 stamps

Design area: 26mm x 44mm

Stamp dimensions: 26mm x 44mm

Perforation: 11.5 x 11

Date of issue: November 21st , 2017

Place of issue: Brasília/DF

Printing: Brazilian Mint


DETALLES TÉCNICOS


Edital nº 16

Fotografía: Fundación Violeta Parra

Arte: Jamile Costa Sallum - Correios

Proceso de impresión: ófsete

Papel: cuchê engomado

Hoja con 20 sellos

Valor facial: R$3,15

Tiraje: 600.000 sellos

Área de diseño: 26mm x 44mm

Dimensiones del sello: 26mm x 44mm

Perforación: 11,5 x 11

Fecha de emisión: 21/11/2017

Local de lanzamiento: Brasília/DF

Impresión: Casa de la Moneda de Brasil


100 Anos de Violeta Parra


Violeta Parra é lembrada pelo Chile e pelo mundo por ocasião dos 100 anos de seu nascimento 1917). Referência absoluta da música popular chilena e latino-americana, ela reuniu em sua pessoa as mais diversas manifestações da arte: compositora, compiladora e estudiosa das tradições folclóricas orais, poetisa, bordadeira de tapetes e artista plástica. Nesse contexto o Governo do Chile e os Correios se unem para homenagear esta destacada chilena universal por meio do lançamento do selo comemorativo de seu centenário. Violeta foi a energia que brotou das montanhas do Chile e que se expressou num amor e numa reflexão profunda sobre sua própria história. Nascida no sul do país, desde muito cedo conheceu os costumes e as canções de sua terra as quais cantava junto a sua irmã em restaurantes. Uma vez em Santiago casou-se com Luis Cereceda em 1938 e deu continuidade à sua talentosa família. Já seus nove irmãos Nicanor, Hilda, Roberto, Lalo, Lautaro, Elba, Caupolicán, Olga e Oscar foram grandes artistas. Os seus pais Nicanor e Rosa foram importantes conhecedores da Música chilena urbana e rural. Violeta não podia escapar a esse destino, interpretando como ninguém a cultura e o folclore chilenos.


“(…) O que pode o sentimento,

Não pôde o saber,

Nem o mais claro proceder,

Nem o mais largo pensamento (…)”


Admirada e reconhecida em toda a América Latina, a sua vida foi marcada por viagens fundamentais dentro e fora do Chile – tanto em sua trajetória poética como política. As suas músicas são o testemunho dessas vivências. A partir dos anos 50, sua contribuição ao movimento Nueva Canción Chilena resultou inspirador e imprescindível em razão de seu valioso trabalho compilatório. Violeta também é lembrada por sua célebre exposição “Tapeçarias de Violeta Parra”, de abril de 1964, realizada no Museu de Artes Decorativas do Palácio do Louvre. Violeta Parra faleceu em fevereiro de 1967 legando à música chilena e latino-americana criações inesquecíveis tais como Gracias a la Vida, Volver a los Diecisiete, Arauco tiene una pena, Run run se fue pal norte, Que pena siente el alma, entre outras. Artistas das mais diversas latitudes tais como Mercedes Soza, Chico Buarque, Elis Regina, Milton Nacimento, Caetano Veloso, Silvio Rodríguez, Pablo Milanés, Juan Luis Guerra, Joan Manuel Serrat, entre muitos outros, interpretaram suas belas canções. Violeta continua a inspirar artistas jovens que enriquecem seu legado e ajudam a espalhar a essência de sua vida e obra.

Embaixador Jaime Rodrigo Gazmuri Mujica

Embaixada da República do Chile no Brasil


100 Years of Violeta Parra


Violeta Parra is remembered in Chile and worldwide due to the 100 anniversary since her birth (1917). She is an absolute reference in Chilean and Latin American popular music, having carried in herself the most diverse manifestations of art: composer, compiler and student of oral folk traditions, poetess, carpenter, and plastic artist. In this context, the Government of Chile and Correios have joined forces to honor this outstanding universal Chilean artist by launching the commemorative stamp of her centenary. Violeta was the energy that sprouted from the mountains of Chile and expressed itself in love and deep reflection on her own history. Born in the south of the country, she learned from an early age the customs and songs of her country while singing with her sister in restaurants. In Santiago, she married Luis Cereceda in 1938 and gave continuity to her talented family. Her nine siblings – Nicanor, Hilda, Roberto, Lalo, Lautaro, Elba, Caupolicán, Olga and Oscar – were great artists. Her parents, Nicanor and Rosa, were major connoisseurs of urban and rural Chilean music. Violeta could not escape this fate, interpreting Chilean culture and folklore like no other.


“(…) What the feeling can do,

Knowledge could not,

Nor could the clearest action,

Nor could the broadest thought (…)” 


Admired and recognized throughout Latin America, her life was marked by fundamental travels – in and out of Chile – both in her poetic and political trajectory. Her songs are the testimony of these experiences. From the 1950s onward, her contribution to the Nueva Canción Chilena movement was inspiring and indispensable, thanks to her valuable compilation work. Violeta is also remembered for her famous exhibition “The Tapestry of Violeta Parra,” from April 1964, held at the Museum of Decorative Arts of the Louvre Palace. Violeta Parra passed away in February of 1967, bequeathing to Chilean and Latin American music unforgettable creations such as Gracias a la Vida, Volver a los Diecisiete, Arauco tiene una pena, Run run se fue pal norte, and Que pena siente el alma, among others. Artists from the most diverse latitudes such as Mercedes Soza, Chico Buarque, Elis Regina, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Silvio Rodríguez, Pablo Milanés, Juan Luis Guerra, and Joan Manuel Serrat, among many others, interpreted her beautiful songs. Violeta continues to inspire young artists who enrich her legacy and help spread the essence of her life and work. 

Ambassador Jaime Rodrigo Gazmuri Mujica

Embassy of the Republic of Chile in Brazil


100 Años de Violeta Parra


Violeta Parra es recordada en Chile y en el mundo por ocasión de los 100 años de su nacimiento (1917). Referencia absoluta de la música popular chilena y latinoamericana, ella reunió en su persona las más diversas manifestaciones del arte: compositora, compiladora y estudiosa de las tradiciones folclóricas orales, poeta, bordadora de tapetes y artista plástica. En este contexto el Gobierno de Chile y Correios Brasil se unen para homenajear a esta destacada chilena universal mediante el lanzamiento del sello conmemorativo de su centenario. Violeta fue la energía que brotó de las montañas de Chile y que se expresó en un amor y en una reflexión profunda sobre su propia historia. Nacida en el sur del país, desde muy chica conoció las costumbres y las canciones de su tierra las cuales cantaba junto a su hermana en restaurantes. Una vez en Santiago se casó con Luis Cereceda en 1938 y dio continuidad a su talentosa familia. Ya sus nueve hermanos Nicanor, Hilda, Roberto, Lalo, Lautaro, Elba, Caupolicán, Olga y Oscar fueron grandes artistas. Sus padres Nicanor y Rosa fueron importantes conocedores de la música chilena urbana y rural. Violeta no podía escapar a ese destino, interpretando como nadie la cultura y el folclor chileno. 


“(…) Lo que puede el sentimiento,

No lo ha podido el saber,

Ni el más claro proceder,

Ni el más ancho pensamiento (…)” 


Admirada y reconocida en toda Latinoamérica, su vida fue marcada por viajes fundamentales – dentro y fuera de Chile – tanto en su trayectoria poética como política. Sus canciones son los testigos de estas vivencias. A partir de los años 50, su contribución al movimiento Nueva Canción Chilena resultó inspirador e imprescindible en razón de su valioso trabajo recopilatorio. Violeta también es recordada por su célebre exposición “Tapeçarias de Violeta Parra”, de abril de 1964, realizada en el Museo de Artes Decorativas del Palácio do Louvre. Violeta Parra falleció en febrero de 1967 legando a la música chilena y latinoamericana creaciones inolvidables tales como Gracias a la Vida, Volver a los Diecisiete, Arauco tiene una pena, Run run se fue pal norte, Que pena siente el alma, entre otras. Artistas de las más diversas latitudes tales como Mercedes Soza, Chico Buarque, Elis Regina, Milton Nacimento, Caetano Veloso, Silvio Rodríguez, Pablo Milanés, Juan Luis Guerra, Joan Manuel Serrat, entre muchos otros, interpretaron sus bellas canciones. Violeta continua inspirando artistas jóvenes que enriquecen su legado y ayudan a difundir la esencia de su vida y obra. 

Embajador Jaime Rodrigo Gazmuri Mujica

Embajada de la República de Chile en Brasil




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